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GCM DE RIO TINTO – Integrante denuncia descaso com categoria e vista grossa de prefeita

A GCM passa por apuros e se desdobra para executar policiamento ostensivo, preventivo, uniformizado e aparelhado, na proteção à população, bens, serviços e instalações do Município

Por: Aristelson Silva

Falta de investimentos mínimos, viaturas baixadas, falta de uniformes, sem treinamento, sem reuniões, sem acompanhamento e sem apoio da prefeitura municipal, a GCM passa por apuros e se desdobra para cumprir o Artigo 82, de cuja lei que institui normas gerais para as guardas municipais.

Art. 82 Aos Guardas Municipais compete: I – executar policiamento ostensivo, preventivo, uniformizado e aparelhado, na proteção à população, bens, serviços e instalações do Município.

Esta, ao menos é a visão do GCM Adelson Marinho, ex- comandandante da tropa, e que em conversa com o Portal aristelsonsilva.com.br expôs um quadro extremamente difícil para a categoria no município de Rio Tinto.

Segundo disse, não tem funcionado a parceria estabelecida entre a representação estadual dos GCM´s com o município, fato que deixa os trabalhadores da “Polícia do Município” à deriva, frente à uma realidade extremamente complicada devido à crescente violência contra os cidadãos e os bens públicos.

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Para Adelson é completamente desproporcional o cumprimento das mensalidades com a entidade estadual que não demonstra o mínimo interesse em enfrentar a gestão do município na defesa dos interesses destes trabalhadores da segurança municipal. Ele considerou grave um município do porte de Rio Tinto com seus dois veículos (um carro e uma mnoto) baixados há bastante tempo, fato que gera fragilidade dos GCM´s na missão de patrulhar a cidade e garantir o bem-estar da população.

” Sequer um documento de identificação possuímos”, disse. Ele também lembrou que não espera que o comandante atual invista nas cobranças junto à Prefeita Magna Gerbasi – PP, pois pode não se sustentar na função, e ser substituído no dia seguinte.

Com coragem, e falando por seus pares, Adelson questiona a mensalidade que paga à Associação Estadual, anunciando que pretende se desligar por não ver vantagem nenhuma, quando em outras regiões do País a categoria é tratada com respeito e a sociedade recebe o benefício.

OUÇA:

A reportagem tentou contato com a entidade representativa sem sucesso, reservando espaço para posterior manifestação.

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